Símbolo que oportuniza a tomada de consciência de sua divindade, de quem realmente o ser é, seu tamanho e dimensão. Oportuniza a abertura dos vários níveis de meditação, auxilia a dissolver os véus de Maia, tecendo a ponte cristalina da Intuição, medicina para a diluição da Ilusão.
Na antiga Atlântida, este símbolo era gravado em centros para a movimentação dos campos de energia dos cristais, programação de campos de cura, de transmutação e proteção. Quando iniciavam uma cerimônia sagrada, na abertura de uma iniciação, em momentos importantes de evolução de um ser ou grupos, este símbolo alinha o centro da Terra, ao centro do céu.
Utilizado para desenhar centros de poderes e locais sagrados. Ativa e movimenta a Merkaba. No campo da personalidade, corpo físico, mental, emocional e espiritual, os padrões e crenças encontram a espiral da estrela da alma, dissolvendo as necessidades de responder aos sentidos, superando a necessidade de responder aos desejos.